segunda-feira, 28 de agosto de 2017

PSICOPATIA NÃO É DOENÇA: É UM DISTÚRBIO DE PERSONALIDADE - por Júlia Bárány (psicanalista formada pela Sociedade Brasileira de Psicanálise Integrativa)

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“Um psicopata nasce psicopata e morre psicopata. Não aprende com a experiência, não aprende com punição, reincide, repete sempre o mesmo script. Por não ter emoções procura excitação constante para atenuar o tédio terrível no qual vive.”

“O alvo preferido do psicopata é a pessoa bondosa, delicada, sensível, carente, fragilizada por algum trauma recente, uma perda, com uma necessidade premente. Ele entra por essa brecha como o salvador da pátria. Seu alvo é alguém que pode proporcionar-lhe alguma vantagem como dinheiro, sexo, poder, status, salvo-conduto de respeitabilidade, todas elas juntas ou uma ou outra que responda à sua necessidade do momento. Como o psicopata é um parasita, jamais fica sem uma fonte de abastecimento. Antes de largar a fonte atual à beira de se esgotar, já assegura a próxima. E assim vai.”

“As pessoas tratam o psicopata como se fosse um ser humano. É justamente aí que mora o maior perigo. O psicopata não tem reação de ser humano, como compaixão, solidariedade, empatia, respeito, responsabilidade, amor. Finge. E se aproveita da capacidade dos seres humanos de tudo isso para alistá-los em sua defesa, fazendo-os darem-lhe dinheiro, afeto, tempo, compreensão, desculpando-o por alguns “deslizes” e, principalmente, compadecendo-se pelos traumas que ele viveu, os abusos e as injustiças que sofreu, as dificuldades pelas quais passou, tudo inventado por ele no melhor estilo de uma obra de ficção.”


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