segunda-feira, 28 de agosto de 2017

PSICOPATIA NÃO É DOENÇA: É UM DISTÚRBIO DE PERSONALIDADE - por Júlia Bárány (psicanalista formada pela Sociedade Brasileira de Psicanálise Integrativa)

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“Um psicopata nasce psicopata e morre psicopata. Não aprende com a experiência, não aprende com punição, reincide, repete sempre o mesmo script. Por não ter emoções procura excitação constante para atenuar o tédio terrível no qual vive.”

“O alvo preferido do psicopata é a pessoa bondosa, delicada, sensível, carente, fragilizada por algum trauma recente, uma perda, com uma necessidade premente. Ele entra por essa brecha como o salvador da pátria. Seu alvo é alguém que pode proporcionar-lhe alguma vantagem como dinheiro, sexo, poder, status, salvo-conduto de respeitabilidade, todas elas juntas ou uma ou outra que responda à sua necessidade do momento. Como o psicopata é um parasita, jamais fica sem uma fonte de abastecimento. Antes de largar a fonte atual à beira de se esgotar, já assegura a próxima. E assim vai.”

“As pessoas tratam o psicopata como se fosse um ser humano. É justamente aí que mora o maior perigo. O psicopata não tem reação de ser humano, como compaixão, solidariedade, empatia, respeito, responsabilidade, amor. Finge. E se aproveita da capacidade dos seres humanos de tudo isso para alistá-los em sua defesa, fazendo-os darem-lhe dinheiro, afeto, tempo, compreensão, desculpando-o por alguns “deslizes” e, principalmente, compadecendo-se pelos traumas que ele viveu, os abusos e as injustiças que sofreu, as dificuldades pelas quais passou, tudo inventado por ele no melhor estilo de uma obra de ficção.”


LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA:


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VEJA TAMBÉM:



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sábado, 29 de julho de 2017

CRIANÇAS NÃO VACINADAS SÃO MAIS SAUDÁVEIS - por Andreas Bachmair

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Andreas Bachmair é um homeopata alemão que mora na Suíça. 
Como ele viu cada vez com mais frequência pacientes prejudicados por vacina em sua prática, ele criou o site impfschaden.info para informar as pessoas sobre os perigos das vacinas. 
O site foi traduzido para o inglês sob o nome de vaccineinjury.info. 
Ele escreveu o livro ‘Vaccine Free - 111 histórias de crianças não vacinadas’.

Andreas realizou uma pesquisa científica abrangente e completa sobre o estado de saúde de crianças não vacinadas. 
Participaram mais de 17.500 participantes de todo o mundo.

Neste programa, discutimos os resultados da pesquisa e como ela foi conduzida. 
Um dos maiores perigos de vacinas são os ingredientes alumínio e mercúrio. 
Há uma série de questões que foram atribuídas a vacinas, por exemplo, problemas comportamentais, doenças neurológicas, doenças autoimunes, autismo e narcolepsia.



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Comparação do estado de saúde de crianças vacinadas e não vacinadas

Vacinas tornam as crianças mais propensas a desenvolver distúrbios e/ou doenças, tais como: doenças atópicas (alergia, asma, bronquite crônica, neurodermatite), distúrbios do sono, bebê chorão, problemas de concentração, transtorno de déficit de atenção, hiperatividade, autismo, enxaqueca, otite média, sinusite, pólipos, herpes, verrugas, fungos, problemas de habilidade motora, dores do crescimento, problemas de dentição, escoliose, diabetes, convulsões epilépticas, doenças neurológicas, doenças autoimunes, doença tireoidiana.



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domingo, 4 de junho de 2017

DEMÊNCIA AGORA ATINGE PESSOAS AOS 40 ANOS & O MERCÚRIO DE VACINAS LENTAMENTE PROVOCA DANOS CEREBRAIS DEGENERATIVOS

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As vítimas da demência e outras condições neurológicas do cérebro são cada vez mais jovens, disseram pesquisadores da Universidade de Bournemouth, na Inglaterra.

O estudo, publicado na revista Surgical Neurology International, afirma que os níveis são “quase epidêmicos”, e fatores ambientais são a causa disso.

“A taxa de aumento em um curto período de tempo sugere uma epidemia silenciosa ou mesmo “oculta”, na qual os fatores ambientais devem desempenhar um papel importante, e não apenas o envelhecimento”, disse o pesquisador principal Colin Pritchard. “A vida moderna produz poluição ambiental interativa, mas as mudanças na morbidade humana, incluindo a doença neurológica, são notáveis e aponta para influências ambientais”.

O estudo pesquisou dados de doenças neurológicas cerebrais em 21 países ocidentais de 1989 a 2010. Os resultados mostraram que, a partir de 2010, a taxa média para a demência se estabelecer foi 10 anos antes do que em 1989 e que as mortes por doenças neurológicas tiveram um aumento significativo nas pessoas com idade entre 55 e 74 anos, e dobrou naquelas com mais de 75 anos.

As mudanças foram observadas no geral, mas foram muito piores nos Estados Unidos. Mortes por condições neurológicas em homens com mais de 74 anos triplicaram entre 1989 e 2010 e aumentaram cinco vezes em mulheres. As doenças cerebrais agora superaram o câncer como a principal causa de morte em mulheres idosas dos EUA.

Os pesquisadores explicaram: “Crucialmente não é apenas porque as pessoas vivem mais tempo para adquirir doenças que elas anteriormente não viviam o suficiente para desenvolver, mas as pessoas mais velhas estão desenvolvendo doenças neurológicas mais do que nunca”, disse Pritchard.

As descobertas foram, em vez disso, atribuídas a fatores ambientais.

“As mudanças ambientais nos últimos 20 anos têm enriquecido o meio ambiente humano de petroquímicos - transporte aéreo - veículos motorizados, inseticidas e subidas no background do campo eletromagnético, e assim por diante”.

“Esses resultados não serão bem-vindos, pois há muitos com interesses a curto prazo que querem ignorá-los”, disse ele.

Há também o temor de que a exposição ao mercúrio a partir de vacinas possa contribuir para doenças neurológicas.

Um estudo publicado no Journal of Alzheimer's Disease em 2010 (Joachim Mutter, Annika Curth, Johannes Naumann, Richard Deth, Harald Walach - Does Inorganic Mercury Play a Role in Alzheimer’s Disease? A Systematic Review and an Integrated Molecular Mechanism; volume 22, número 2, novembro de 2010, págs. 357-374) mostrou que a exposição a longo prazo ao mercúrio produz os mesmos efeitos que a doença de Alzheimer, incluindo confusão e função cognitiva reduzida.

“O mercúrio está claramente contribuindo para problemas neurológicos, cuja taxa está aumentando paralelamente com níveis crescentes de mercúrio”, disse o pesquisador Richard Deth. “Parece que os dois estão associados”.


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Artigo originalmente publicado em organicandhealthy.org:

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As fontes deste artigo incluem:

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Tradução: Portal dos Anjos e das Estrelas da Luz


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VEJA TAMBÉM:

O ALUMÍNIO também tem sido adicionado a algumas vacinas para melhorar sua ação.
Veja a quantidade de ALUMÍNIO nas vacinas:
Hib (marca PedVaxHib apenas) - 225 microgramas por dose.
Hepatite B - 250 microgramas.
DTaP - dependendo do fabricante, varia de 170 a 625 microgramas.
Pneumococcus - 125 microgramas.
Hepatite A - 250 microgramas.
HPV - 225 microgramas.
Pentacel (vacina DTaP, HIB e Polio combo) - 330 microgramas.
Pediarix (DTaP, Hep B e vacina contra poliomielite) - 850 microgramas.

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“Em uma apresentação envolvendo vítimas de reações adversas da GARDASIL (vacina contra o HPV), Exley mostrou como a sílica (dióxido de silício) melhorou os danos causados por vacinas contendo alumínio”.

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“Alimentos Ricos em Silício: As mais importantes fontes de Silício são Maçã, Cereais, Repolho, Amendoim, Cenoura, Cebola, Pepino, Abóbora, peixe, grãos não refinados, aveia, amêndoas e Laranja”.


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